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Primeiras obras de casas populares devem ficar prontas no início de 2013 GDF lança editais para selecionar as empresas que serão responsáveis pela construção dos imóveis em seis cidades. Financiamento será feito pela Caixa Econômica Federal por meio do programa Minha casa, minha vida.

Almiro Marcos - Correio Braziliense

Publicação: 13/12/2011 09:48 Atualização:

Quase 17 mil unidades habitacionais fazem parte do mais recente esforço do Governo do Distrito Federal (GDF) para tentar diminuir o deficit de 330 mil famílias à espera de moradia própria na capital do país. Ontem, o Diário Oficial do DF publicou avisos de chamamento para empresas, associações e cooperativas interessadas em participar da concorrência que prevê a construção de casas e de apartamentos populares por meio dos programas Morar bem (GDF) e Minha casa, minha vida, do governo federal. Os imóveis serão construídos em áreas do governo local, em seis regiões administrativas: Riacho Fundo 2, Gama, Sobradinho, Samambaia, Santa Maria e Recanto das Emas.

A cidade que encabeça a lista com o maior número de unidades projetadas é Riacho Fundo 2, totalizando mais de 7,8 mil apartamentos (veja quadro). Pelo menos 5 mil imóveis devem ser erguidos na antiga faixa de domínio do Metrô de Brasília (linha DF-001). Os prédios terão quatro pavimentos e não contarão com elevadores. Uma das exigências é que, pelo menos 20% deles, tenham três quartos.

O Recanto das Emas é a cidade que receberá mais unidades: 7,8 mil residências
O Recanto das Emas é a cidade que receberá mais unidades: 7,8 mil residências

A Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) informa que a definição das cidades onde os edifícios e as casas serão construídos levou em consideração tanto as necessidades da região quanto a disponibilidade de áreas do Executivo local, este último quesito uma das exigências do governo federal. O financiamento vem da União, por meio da Caixa Econômica Federal (CEF) e a execução das obras será feita por empresas e entidades. Além de ceder os terrenos, o GDF tem a responsabilidade de selecionar as construtoras e de coordenar a contratação e as obras.

Nos editais lançados ontem, estão relacionadas cerca de 10 mil unidades cujas obras haviam sido suspensas em meados deste ano pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF). A Corte levantou suspeitas de irregularidades com relação ao modelo do edital. A Sedhab informa que isso ocorreu porque, até então, o GDF não havia estabelecido nenhum contrato por meio do Minha casa, minha vida. Foram seis meses de espera até o tribunal confirmar a legalidade do processo. Segundo o governo, as primeiras unidades devem ser entregues no início de 2013.

Conforme os editais, as unidades projetadas serão distribuídas entre empresas (13.354) e cooperativas e associações habitacionais (3.176). Os documentos para habilitação e as propostas de projeto e preços deverão ser entregues entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro de 2012, dependendo do tipo de concorrência a qual o candidato vai se inscrever.

Faixas

São quatro faixas de renda para as famílias interessadas em participar do programa. Elas variam de R$ 1, 6 mil a R$ 6.450. Na fila pela casa própria, a maioria dos interessados está entre os que ganham menos. Na última gradação (a quarta, de R$ 5.001 a R$ 6.450), estão menos de 10% das famílias no que integram o cadastro habitacional do GDF.


Redução do deficit

O Executivo local publicou ontem edital para a construção de apartamentos e de casas por meio dos programas Morar bem — do GDF — e Minha casa, minha vida — do governo federal. No total, serão erguidas 16.530 unidades habitacionais em seis regiões administrativas. As moradias são destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 6.450.

Confira as regiões beneficiadas e a quantidade de imóveis previstos:

Riacho Fundo 2
7.866
Edifícios de quatro pavimentos, sem elevadores

Gama
3.216
Prédios de oito e nove andares, com subsolo

Sobradinho
1.476
Prédios de seis andares sobre pilotis, com subsolo

Samambaia
1.592
Edifícios com elevadores

Recanto das Emas

950
Apartamentos em prédios de quatro pavimentos, sem elevadores
530 casas

Santa Maria
900
Edifícios com elevadores

Fonte: Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab)

Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: ana moreira
Nao entendi..... Ficará entre cooperativas e a maioria para empresas? Os terrenso são do GDF e as empresas irá vender os imóveis a que preço? E os inscritos pela codhab? Todos sabem que as associaçoes e cooperativas precisam de fiscalizaçao pois tambem estao tomadas pela corrupçao. Que PTco! | Denuncie |

Autor: vilmar jesus
espero a 12 anos na fila e nao fui chamado,enquanto isso as casas sao entregues para cooperativas que vedem vagas para receber na frente,brasilllllllllllll brasiliaaaaaaaaaa,tenho vergonha desse pais de corrupitos. | Denuncie |

Autor: Ricardo gonçalves
sera!!!!! se depender do Agnulo. | Denuncie |

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